





Arquitecto: Ezzo - César Machado Moreira
Página web: www.ezzo.pt
Fotógrafo: João Ferrand
PROCURA - Arquitecto / projecto - 550 projectos on-line
Última edição - DARCO Magazine 16 - 268 páginas
FRANCISCO MANGADO . EDIÇÃO MONOGRÁFICA ESPECIAL
EZZO - CÉSAR MACHADO MOREIRA, Casa de Leça, Porto, 2004- 2006
FRANCISCO PORTUGAL E GOMES, Pavilhão de Refúgio, Santiago, Penafiel, 2006-2007





Arquitecto: Francisco Portugal e Gomes
Página web: www.franciscoportugal.com
Fotógrafo: Fernando Gabriel, Jorge Garcia Pereira
MIGUEL SARAIVA + ASSOCIADOS, CDH Urbanização da Catalunha, 2006-2009



Arquitecto: Miguel Saraiva + Associados
Página web: www.saraivaeassociados.com
Fotógrafo: FG+SG - Fernando Guerra + Sérgio Guerra
PORTUGUESES NOMEADOS PARA O WORLD AWARDS FESTIVAL
Os ateliers Manuel Ventura & Associados, Promontório Arquitectos e Lema Barros + Castelo Branco Arquitectos integram a lista dos nomeados para o World Architecture Festival, em Barcelona, que inclui participantes de mais de 80 países.
O concurso está organizado em 27 categorias, tendo o atelier Manuel Ventura & Associados contado com duas nomeações, respectivamente na categoria Edifícios de Saúde com o já construído Hospital CufPorto e na categoria Comércio e serviços, com o Edifício Dynamic, em Braga, onde se localizará uma grande superfície comercial.
O atelier Promontório está nomeado na categoria Shopping com o Shopping Vivaci, na Guarda, concorrendo com projectos de Espanha, Singapura, China, Bélgica, França, Japão Turquia e Áustria.
Finalmente, os arquitectos Lema Barros + Castelo Branco Arquitectos estão nomeado com o protjecto Monumento Centro Museológico Linhas de Torres, na categoria Projectos Futuros/Cultura, sem construção prevista.
Manuel Ventura é o autor do projecto da ponte metálica das Andresas, no Porto, bem como do plano de urbanização que reestruturou toda a zona do Bessa, na capital nortenha, no âmbito do Euro 2004, sendo também mentor da Avenida Cassiano Barbosa, entre muitos projetos para programas muito diversificados. Tem gabinete sediado na cidade do Porto.
Os Promontório, em Lisboa, foram criados em 1988 pelos arquitectos João Perloiro, João Luis Ferreira, Paulo Perloiro e Paulo Martins Barata, ao qual se associou posteriormente Pedro Appleton. É responsável por diversos projectos de centros comerciais, residenciais e hotelaria, entre outros.
O Lema Barros + Castelo Branco é liderado pelos arquitectos Manuel Lema Barros e Cristina Castelo Branco. Tem no seu currículo alguns prémios e distinções em concursos de arquitectura sendo a sua obra sobretudo construída no município de Torres Vedras onde o gabinete está sediado.
Fonte: Espaço de Arquitectura
O concurso está organizado em 27 categorias, tendo o atelier Manuel Ventura & Associados contado com duas nomeações, respectivamente na categoria Edifícios de Saúde com o já construído Hospital CufPorto e na categoria Comércio e serviços, com o Edifício Dynamic, em Braga, onde se localizará uma grande superfície comercial.
O atelier Promontório está nomeado na categoria Shopping com o Shopping Vivaci, na Guarda, concorrendo com projectos de Espanha, Singapura, China, Bélgica, França, Japão Turquia e Áustria.
Finalmente, os arquitectos Lema Barros + Castelo Branco Arquitectos estão nomeado com o protjecto Monumento Centro Museológico Linhas de Torres, na categoria Projectos Futuros/Cultura, sem construção prevista.
Manuel Ventura é o autor do projecto da ponte metálica das Andresas, no Porto, bem como do plano de urbanização que reestruturou toda a zona do Bessa, na capital nortenha, no âmbito do Euro 2004, sendo também mentor da Avenida Cassiano Barbosa, entre muitos projetos para programas muito diversificados. Tem gabinete sediado na cidade do Porto.
Os Promontório, em Lisboa, foram criados em 1988 pelos arquitectos João Perloiro, João Luis Ferreira, Paulo Perloiro e Paulo Martins Barata, ao qual se associou posteriormente Pedro Appleton. É responsável por diversos projectos de centros comerciais, residenciais e hotelaria, entre outros.
O Lema Barros + Castelo Branco é liderado pelos arquitectos Manuel Lema Barros e Cristina Castelo Branco. Tem no seu currículo alguns prémios e distinções em concursos de arquitectura sendo a sua obra sobretudo construída no município de Torres Vedras onde o gabinete está sediado.
Fonte: Espaço de Arquitectura
NO PLACE LIKE . 4 HOUSES . 4 FILMS . PORTUGAL NA BIENAL DE VENEZA
A dupla Manuel e Francisco Aires Mateus, Ricardo Bak Gordon, João Luís Carrilho da Graça e Álvaro Siza Vieira são os arquitectos que representam Portugal na 12ª Exposição Internacional de Arquitectura - La Biennale di Venezia.
Os comissários escolheram 4 projectos de habitação exemplares, de cada um destes arquitectos. Para os apresentar, encomendaram-se filmes ficcionados a Filipa César, João Onofre, João Salaviza e Julião Sarmento, alguns dos mais notáveis artistas e realizadores cinematográficos portugueses. "No Place Like - 4 houses, 4 films" é o título da representação nacional na Bienal, presidida por Kazuyo Sejima.
As casas, apresentadas através dos filmes, estão todas localizadas em Portugal, e correspondem a diferentes topologias, situações e contextos. A exposição portuguesa realiza-se na Universidade Ca’ Foscari, uma instituição pública de referência e um espaço prestigiado da cidade de Veneza localizado na grande curva do Canal Grande, lê-se no dossier de imprensa do evento.
"No place like - 4 houses, 4 films" constitui uma mostra colectiva e transgeracional da arquitectura contemporânea portuguesa, centrada na reflexão sobre a habitação, na linha indicada por Kazuyo Sejima para a Biennale Architettura 2010 – “People meet in architecture”.
A participação portuguesa, organizada e produzida pela Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura com a colaboração da Trienal de Arquitectura de Lisboa, é comissariada por Julia Albani, José Mateus, Rita Palma e Delfim Sardo.
No dossier de imprensa da exposição, a ministra da Cultura, Isabel Canavilhas escreve que “a arquitectura portuguesa merece o empenho e a atenção dos decisores, dos públicos nacionais e internacionais, dos diversos agentes do sector. Contribui para a nossa visibilidade como País e demonstra a vitalidade da criação contemporânea portuguesa. A presença de Portugal em Veneza é exemplo disso”.
A representação portuguesa inaugura a 27 de Agosto e ficará patente até 21 de Novembro.
Mais em http://www.dgartes.pt/veneza2010/index.htm
Os comissários escolheram 4 projectos de habitação exemplares, de cada um destes arquitectos. Para os apresentar, encomendaram-se filmes ficcionados a Filipa César, João Onofre, João Salaviza e Julião Sarmento, alguns dos mais notáveis artistas e realizadores cinematográficos portugueses. "No Place Like - 4 houses, 4 films" é o título da representação nacional na Bienal, presidida por Kazuyo Sejima.
As casas, apresentadas através dos filmes, estão todas localizadas em Portugal, e correspondem a diferentes topologias, situações e contextos. A exposição portuguesa realiza-se na Universidade Ca’ Foscari, uma instituição pública de referência e um espaço prestigiado da cidade de Veneza localizado na grande curva do Canal Grande, lê-se no dossier de imprensa do evento.
"No place like - 4 houses, 4 films" constitui uma mostra colectiva e transgeracional da arquitectura contemporânea portuguesa, centrada na reflexão sobre a habitação, na linha indicada por Kazuyo Sejima para a Biennale Architettura 2010 – “People meet in architecture”.
A participação portuguesa, organizada e produzida pela Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura com a colaboração da Trienal de Arquitectura de Lisboa, é comissariada por Julia Albani, José Mateus, Rita Palma e Delfim Sardo.
No dossier de imprensa da exposição, a ministra da Cultura, Isabel Canavilhas escreve que “a arquitectura portuguesa merece o empenho e a atenção dos decisores, dos públicos nacionais e internacionais, dos diversos agentes do sector. Contribui para a nossa visibilidade como País e demonstra a vitalidade da criação contemporânea portuguesa. A presença de Portugal em Veneza é exemplo disso”.
A representação portuguesa inaugura a 27 de Agosto e ficará patente até 21 de Novembro.
Mais em http://www.dgartes.pt/veneza2010/index.htm
MIGUEL MARCELINO ARQUITECTO,Museu Museológico Fénicio,Projecto de 2010(concurso),Tavira,Portugal

Arquitectura.Miguel Marcelino arquitectos
Paginaweb.http://www.marcelino.pt/
PAULA SANTOS ARQUITECTURA, Villas Carmarido,Projecto de 2009,Caminha,Portugal

Arquitectura.Paula Santos arquitectura
Paginaweb.http://www.paulasantos-arquitectura.com/Site/home.html
CLAUDIO VILARINHO,Requalificação do museu do carro eléctrico no Porto,Projecto de 2010(concurso),Porto,Portugal

Arquitectura.Claudio Vilarinho arquitectos
Paginaweb.http://www.claudiovilarinho.com/Site/PT/proj/electrico/14electrico.htm
NUNO MERINO ROCHA,Casa dos três,projecto de 2005..)Concurso,Portugal

Arquitectura.Nuno Merino Rocha
Paginaweb.http://nunomerinorocha.viewbook.com/
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE NUNO ALVES NA GALERIA DA OA
A exposição de fotografia reúne imagens de viagens levadas a cabo pelo autor a diferentes países, sobretudo Marrocos, onde se deslocou por várias vezes.
As viagens, escreve Nuno Alves “têm exercido em mim um enorme fascínio, a tal ponto que hoje chego a sentir necessidade, de tempos a tempos, de sair e de embarcar numa viagem que me leve a conhecer novos ambientes. Já encetei diversas jornadas, quer só, quer acompanhado, que me abriram os horizontes relativamente a muitas coisas na minha vida, quer em termos pessoais, quer em termos profissionais”.
“Curiosamente nunca deixei de viajar apesar de ir tendo condicionantes financeiras que facilmente poderiam ser um travão, mas em vez disso o não ter dinheiro ensinou-me a viajar duma forma bastante básica, explorando assim outras realidades que me permitiram ser confrontado com diferentes visões dos locais que visito.
Outra particularidade das minhas viagens é o facto de não organizar ou planear as deslocações, o que faz com que no momento, e mediante acontecimentos, vontades ou pessoas que vou conhecendo, altere os meus objectivos”, refere o arquitecto.
Tendo já viajado por muitos países - em 1993 o Norte da Europa (Dinamarca, Suécia e Noruega), em 1998 a Tunísia, em 2001 uma volta ao mundo, atravessando a Rússia, o Alasca e o Canadá por terra, em 2005 a Europa de Leste (República Checa, Hungria, Polónia, Croácia e Roménia), e em 2001, 2003, 2009 e já duas vezes em 2010, Marrocos – é “precisamente neste último país que as minhas mais recentes deslocações têm incidido. Com tantos locais para conhecer, para muita gente não fará muito sentido voltar aos mesmos sítios, e confesso que até para mim isso não fazia muito sentido, mas desde a minha primeira visita em 2001, que Marrocos me causou um fascínio tal, que desde aí já o visitei por mais 4 vezes”.
“Os porquês de tal paixão prendem-se com inúmeros factores, quer naturais quer humanos quer urbanos... quando falo de Marrocos falo de uma cultura em muitos aspectos ainda medieval, mas onde se aprende muitos em termos de humanidade e simpatia ao próximo... quando falo de Marrocos falo de pessoas que nos sorriem e nos dão o pouco que têm... falo de crianças que fogem com medo de desconhecidos, mas que rapidamente abrem o sorriso a uma mão cheia de rebuçados... falo de silêncios visuais, incrivelmente preenchidos por cor, texturas e cheiros que nos invadem quer queiramos quer não, e nos acompanham e despertam os sentidos de uma forma não habitual”, escreve o autor.
Marrocos surge assim como “um país que nos tende a mostrar o melhor e o pior no mesmo quadro, mas onde acima de tudo se reaprende a viver com o mais simples, e onde se compreende o desnecessário que são determinados luxos e confortos que hoje já assumimos como garantidos, mas que lá não fazem qualquer sentido... em Marrocos voltamos a aprender a viver”.
mais em . www.oasrs.org
As viagens, escreve Nuno Alves “têm exercido em mim um enorme fascínio, a tal ponto que hoje chego a sentir necessidade, de tempos a tempos, de sair e de embarcar numa viagem que me leve a conhecer novos ambientes. Já encetei diversas jornadas, quer só, quer acompanhado, que me abriram os horizontes relativamente a muitas coisas na minha vida, quer em termos pessoais, quer em termos profissionais”.
“Curiosamente nunca deixei de viajar apesar de ir tendo condicionantes financeiras que facilmente poderiam ser um travão, mas em vez disso o não ter dinheiro ensinou-me a viajar duma forma bastante básica, explorando assim outras realidades que me permitiram ser confrontado com diferentes visões dos locais que visito.
Outra particularidade das minhas viagens é o facto de não organizar ou planear as deslocações, o que faz com que no momento, e mediante acontecimentos, vontades ou pessoas que vou conhecendo, altere os meus objectivos”, refere o arquitecto.
Tendo já viajado por muitos países - em 1993 o Norte da Europa (Dinamarca, Suécia e Noruega), em 1998 a Tunísia, em 2001 uma volta ao mundo, atravessando a Rússia, o Alasca e o Canadá por terra, em 2005 a Europa de Leste (República Checa, Hungria, Polónia, Croácia e Roménia), e em 2001, 2003, 2009 e já duas vezes em 2010, Marrocos – é “precisamente neste último país que as minhas mais recentes deslocações têm incidido. Com tantos locais para conhecer, para muita gente não fará muito sentido voltar aos mesmos sítios, e confesso que até para mim isso não fazia muito sentido, mas desde a minha primeira visita em 2001, que Marrocos me causou um fascínio tal, que desde aí já o visitei por mais 4 vezes”.
“Os porquês de tal paixão prendem-se com inúmeros factores, quer naturais quer humanos quer urbanos... quando falo de Marrocos falo de uma cultura em muitos aspectos ainda medieval, mas onde se aprende muitos em termos de humanidade e simpatia ao próximo... quando falo de Marrocos falo de pessoas que nos sorriem e nos dão o pouco que têm... falo de crianças que fogem com medo de desconhecidos, mas que rapidamente abrem o sorriso a uma mão cheia de rebuçados... falo de silêncios visuais, incrivelmente preenchidos por cor, texturas e cheiros que nos invadem quer queiramos quer não, e nos acompanham e despertam os sentidos de uma forma não habitual”, escreve o autor.
Marrocos surge assim como “um país que nos tende a mostrar o melhor e o pior no mesmo quadro, mas onde acima de tudo se reaprende a viver com o mais simples, e onde se compreende o desnecessário que são determinados luxos e confortos que hoje já assumimos como garantidos, mas que lá não fazem qualquer sentido... em Marrocos voltamos a aprender a viver”.
mais em . www.oasrs.org
NUNO VARELA NO CICLO DE INVESTIGAÇÕES a 28 de julho de 2010
A investigação de Nuno Varela, dedicada ao tema “Edifícios Auto-Suficientes: Gestão Sustentável Integrada” preenche a sessão do próximo dia 28 de Julho do Ciclo Investigações, a partir das 19h, no Auditório Nuno Teotónio Pereira, na Sede Nacional da Ordem dos Arquitectos. A entrada é livre.
O autor da conferência explica que “a concepção e construção de edifícios apresentam um conjunto de implicações associadas à globalidade das acções humanas. Dada a imprevisibilidade dos cenários futuros derivados das alterações climáticas, no delapidar dos recursos, das mutações com implicação na saúde humana, das inconstâncias derivadas dos fluxos económicos, a procura de uma sustentabilidade completa não se alcança sem um entendimento teórico e prático das possibilidades e proposições para o ambiente construído.
O objectivo central está no detectar as implicações de uma aproximação global que incida na totalidade do ciclo de vida dos edifícios, da concepção, à construção, da operação, à manutenção e desmantelamento. Este exercício necessita de um conhecimento e entendimento profundo de uma amplitude de matérias, da utilização de novas ferramentas do trabalho colaborativo, da optimização na gestão de documentação, procedimentos para melhorar o desempenho dos edifícios, pesquisas tecnológicas aplicadas, um uso rigoroso dos recursos renováveis, manufactura de materiais e componentes inteligentes, sistemas avançados, um continuar de aperfeiçoamento das metodologias de avaliação do cumprimento ambiental dos edifícios.
Organizada em diferentes secções, a presente investigação é um esforço de colecta e estudo de um conjunto documentação recente na intenção de unificar diversos assuntos. Estas secções expõem princípios e modelos para uma construção sustentável e de eficiência energética, definem mecanismos relacionados com o projecto e construção integrada, apresentam um conjunto de indicações de concepção, desempenho de edifícios e modos para apoiar uma gestão integral dos edifícios.
Como contribuição a dissertação compõe-se pelo tornar disponível uma seriação de informações no intuito de uma caracterização abrangente que ultrapasse as referências actuais estabelecidas, relacionadas com a qualidade ambiental do ar interior, uso de energia, água, materiais, desperdícios, emissões, utilização dos solos, nos processos de aquisição sustentável e administração de edifícios, na busca para uma definição operacional do conceito de auto-suficiência aplicada aos edifícios. O propósito está no ultrapassar das ineficiências herdadas das revoluções industriais precedentes em direcção a soluções mais regenerativas”.
Quem é Nuno Varela?
Nuno Varela (Viseu, 1974) é um arquitecto que desenvolve uma prática de investigação que se concentra numa procura constante da inteligibilidade do mundo contemporâneo. Desenvolve trabalho teórico e prático no âmbito das novas abordagens arquitecturais, da concepção à construção.
Pesquisa abrange assuntos como a experimentação arquitectural, o impacto das novas ferramentas digitais, definições para uma pós‐sustentabilidade, suportado num entendimento global económico, ambiental e tecnológico, numa busca para se ultrapassar o colapso do presente em direcção a um futuro sensato.
Link para a dissertação: http://feupload.fe.up.pt/get/HxmAW1VpsR8hGOH
Mais sobre o autor: www.linkedin.com/in/nunovarela
As próximas sessões
De periodicidade bimensal, o Ciclo Investigações tem já agendadas as próximas conferências:
7 Outubro, 19h
Maria Lino
"Raul Lino e as Artes Decorativas"
20 Outubro, 19h
Ricardo Lucas
"Regeneração Urbana e Ambiental de Áreas de Pequena Indústria - Évora, Caracterização e Oportunidades".
O autor da conferência explica que “a concepção e construção de edifícios apresentam um conjunto de implicações associadas à globalidade das acções humanas. Dada a imprevisibilidade dos cenários futuros derivados das alterações climáticas, no delapidar dos recursos, das mutações com implicação na saúde humana, das inconstâncias derivadas dos fluxos económicos, a procura de uma sustentabilidade completa não se alcança sem um entendimento teórico e prático das possibilidades e proposições para o ambiente construído.
O objectivo central está no detectar as implicações de uma aproximação global que incida na totalidade do ciclo de vida dos edifícios, da concepção, à construção, da operação, à manutenção e desmantelamento. Este exercício necessita de um conhecimento e entendimento profundo de uma amplitude de matérias, da utilização de novas ferramentas do trabalho colaborativo, da optimização na gestão de documentação, procedimentos para melhorar o desempenho dos edifícios, pesquisas tecnológicas aplicadas, um uso rigoroso dos recursos renováveis, manufactura de materiais e componentes inteligentes, sistemas avançados, um continuar de aperfeiçoamento das metodologias de avaliação do cumprimento ambiental dos edifícios.
Organizada em diferentes secções, a presente investigação é um esforço de colecta e estudo de um conjunto documentação recente na intenção de unificar diversos assuntos. Estas secções expõem princípios e modelos para uma construção sustentável e de eficiência energética, definem mecanismos relacionados com o projecto e construção integrada, apresentam um conjunto de indicações de concepção, desempenho de edifícios e modos para apoiar uma gestão integral dos edifícios.
Como contribuição a dissertação compõe-se pelo tornar disponível uma seriação de informações no intuito de uma caracterização abrangente que ultrapasse as referências actuais estabelecidas, relacionadas com a qualidade ambiental do ar interior, uso de energia, água, materiais, desperdícios, emissões, utilização dos solos, nos processos de aquisição sustentável e administração de edifícios, na busca para uma definição operacional do conceito de auto-suficiência aplicada aos edifícios. O propósito está no ultrapassar das ineficiências herdadas das revoluções industriais precedentes em direcção a soluções mais regenerativas”.
Quem é Nuno Varela?
Nuno Varela (Viseu, 1974) é um arquitecto que desenvolve uma prática de investigação que se concentra numa procura constante da inteligibilidade do mundo contemporâneo. Desenvolve trabalho teórico e prático no âmbito das novas abordagens arquitecturais, da concepção à construção.
Pesquisa abrange assuntos como a experimentação arquitectural, o impacto das novas ferramentas digitais, definições para uma pós‐sustentabilidade, suportado num entendimento global económico, ambiental e tecnológico, numa busca para se ultrapassar o colapso do presente em direcção a um futuro sensato.
Link para a dissertação: http://feupload.fe.up.pt/get/HxmAW1VpsR8hGOH
Mais sobre o autor: www.linkedin.com/in/nunovarela
As próximas sessões
De periodicidade bimensal, o Ciclo Investigações tem já agendadas as próximas conferências:
7 Outubro, 19h
Maria Lino
"Raul Lino e as Artes Decorativas"
20 Outubro, 19h
Ricardo Lucas
"Regeneração Urbana e Ambiental de Áreas de Pequena Indústria - Évora, Caracterização e Oportunidades".
ESAD LANÇA PÓS-GRADUÇÃO EM ARQUITECTURA E HABITAR SUSTENTÁVEL
A Escola Superior de Arquitectura e Design de Matosinhos inicia no ano lectivo de 2010/2011 uma Pós-Graduação em Arquitectura e Habitar Sustentável.
Trata-se de um plano de formação pioneiro em Portugal, que tem como parceiro especial a Secção Regional da Ordem dos Arquitectos/Projecto Norte 41. As candidaturas decorrem até 24 de Setembro.
De acordo com a ESAD, "a progressiva atenção da sociedade contemporânea aos problemas da sustentabilidade ambiental antecipa uma grande necessidade de um projectista com competência projectual e técnica". Nesse contexto, o objectivo da Pós-Graduação em Arquitectura e Habitar Sustentável, lançada pela ESAD, é “preparar os formandos para enfrentar de forma séria e profissional as questões ligadas ao projecto de um habitat sustentável, na optimização e desenvolvimento dos recursos ambientais e energéticos, no uso de técnicas avançadas de construção no respeito do ambiente na abordagem ao projecto que tenda a abordar a preexistência e o ambiente construído como recurso a valorizar”.
Esta Pós-Graduação destina-se assim a licenciados e profissionais no âmbito do projecto de interiores, produto, arquitectura, engenharia civil ou engenharia ambiental.
Sob a coordenação de Maria Milano, arquitecta e responsável também pelo Mestrado em Design de Interiores da ESAD, a Pós-Graduação com com a participação de Paolo Deganelo, arquitecto co-fundador do Grupo Arquizoom Associati; Nadir Bonaccorso, consagrado arquitecto italiano; José António Teixeira, administrador da RAR Imobiliária; Lívia Tirone, administradora da Agência Municipal de Energia e Ambiente E- NOVA; Duarte Mata, arquitecto paisagista; Désirée Pedro, arquitecta fundadora do Atelier do Corvo; Mónica Oliveira, engenheira mecânica; Paula Fernandes, engenheira civil na RAR Imobiliária; e ainda dos destacados arquitectos portugueses João Mendes Ribeiro, João Cruz, Paulo Coelho e Rui Canela.
Decorrem igualmente vários seminários de reabilitação e conferências, com as participações do Atelier do Corvo, dos Arquitectos Anónimos Lda., do Moov Moovlab, do Atelier Data, bem como de nomes grandes da arquitectura como Vítor Mestre, Miguel Nery, Ezio Manzani, Nuno Valentim, José Gigante ou Susana Fonseca.
Do programa curricular da Pós-Graduação, fazem parte matérias como Construção Sustentável; Ecologia, Ambiente e Sustentabilidade; Arquitectura Bioclimática; Materiais Ecológicos e Tecnologias; Cultura do Habitar; Projecto Iluminotécnico Sustentável; Análise da Procura do Projecto Sustentável; Certificação; Construção Sustentável ou Energias Renováveis e Instalações.
Mais informações em. http://www.esad.pt/pt/
Trata-se de um plano de formação pioneiro em Portugal, que tem como parceiro especial a Secção Regional da Ordem dos Arquitectos/Projecto Norte 41. As candidaturas decorrem até 24 de Setembro.
De acordo com a ESAD, "a progressiva atenção da sociedade contemporânea aos problemas da sustentabilidade ambiental antecipa uma grande necessidade de um projectista com competência projectual e técnica". Nesse contexto, o objectivo da Pós-Graduação em Arquitectura e Habitar Sustentável, lançada pela ESAD, é “preparar os formandos para enfrentar de forma séria e profissional as questões ligadas ao projecto de um habitat sustentável, na optimização e desenvolvimento dos recursos ambientais e energéticos, no uso de técnicas avançadas de construção no respeito do ambiente na abordagem ao projecto que tenda a abordar a preexistência e o ambiente construído como recurso a valorizar”.
Esta Pós-Graduação destina-se assim a licenciados e profissionais no âmbito do projecto de interiores, produto, arquitectura, engenharia civil ou engenharia ambiental.
Sob a coordenação de Maria Milano, arquitecta e responsável também pelo Mestrado em Design de Interiores da ESAD, a Pós-Graduação com com a participação de Paolo Deganelo, arquitecto co-fundador do Grupo Arquizoom Associati; Nadir Bonaccorso, consagrado arquitecto italiano; José António Teixeira, administrador da RAR Imobiliária; Lívia Tirone, administradora da Agência Municipal de Energia e Ambiente E- NOVA; Duarte Mata, arquitecto paisagista; Désirée Pedro, arquitecta fundadora do Atelier do Corvo; Mónica Oliveira, engenheira mecânica; Paula Fernandes, engenheira civil na RAR Imobiliária; e ainda dos destacados arquitectos portugueses João Mendes Ribeiro, João Cruz, Paulo Coelho e Rui Canela.
Decorrem igualmente vários seminários de reabilitação e conferências, com as participações do Atelier do Corvo, dos Arquitectos Anónimos Lda., do Moov Moovlab, do Atelier Data, bem como de nomes grandes da arquitectura como Vítor Mestre, Miguel Nery, Ezio Manzani, Nuno Valentim, José Gigante ou Susana Fonseca.
Do programa curricular da Pós-Graduação, fazem parte matérias como Construção Sustentável; Ecologia, Ambiente e Sustentabilidade; Arquitectura Bioclimática; Materiais Ecológicos e Tecnologias; Cultura do Habitar; Projecto Iluminotécnico Sustentável; Análise da Procura do Projecto Sustentável; Certificação; Construção Sustentável ou Energias Renováveis e Instalações.
Mais informações em. http://www.esad.pt/pt/
ATELIER BUGIO,Edifício de actividades náuticas,Projecto de 2007..),Portugal

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Paginaweb. www.atelierbugio.com
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